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Mostrando postagens com o rótulo Economia

NA DÚVIDA, PRESERVE O CAPITAL DE GIRO E O CAIXA

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  (*) Balian Após uma das piores campanhas eleitorais desde a redemocratização com ataques pessoais e pobreza nos debates sobre programas de governo, foi reeleito Presidente da República o Sr. Luiz Inácio da Silva. O mundo está passando por grandes transformações, a começar com a tecnologia da informação , através da inteligência artificial (IA), que ninguém sabe onde vai parar, as relações de trabalho , menos CLT e mais autonomia com foco no empreendedorismo, o envelhecimento da população, onde o governo terá que atender mais questões de saúde ligado dos idosos do que a educação primária. O aquecimento global, através das diferenças climáticas que afetam a todos, a produção e disponibilidade de alimentos e por fim, a disparidade das finanças que movimentam no mercado global cinco vezes o valor do PIB mundial, afetando reservas, crédito e patrimônio das pessoas e empresas. Em contrapartida, internamente temos gargalos na infraestrutura, educação e saúde e as três principa...

POR QUE CADA VEZ MAIS EMPRESAS OPTAM PELO TRABALHO PRESENCIAL?

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  A velocidade do retorno ao trabalho presencial tem surpreendido a todos na medida em que a eficiência e eficácia do regime home office vem diminuindo ao logo dos anos. Falta de metas, processos e controles inadequados do lado das empresas e baixa produtividade por parte dos funcionários podem explicar parcialmente esse fenômeno.   O resultado passa pelo aumento do valor recorde da locação de escritórios na cidade de São Paulo de 16% no período de um ano e 23% em dois anos. A redução do trabalho em casa e a expansão das empresas tem contribuído para esse significativo aumento. A questão não é achar culpados, mas analisar seus impactos na qualidade de vida das pessoas e nos resultados das empresas. Ficando em casa, se economiza no transporte, alimentação, vestuário, além dos ganhos advindos do melhor convívio familiar. No entanto, espera-se mais produtividade dos profissionais, principalmente devido aos avanços tecnológicos de softwares, hardwares, compras on-line, dent...

FAZER MAIS COM MENOS

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  (*) Balian Começa a ficar evidente para a sociedade a percepção e consequências do crescimento baixo do PIB na economia brasileira a vários anos. No início de 2026, a previsão era somente de 2%, hoje de 1,8%, e caindo em razão dos ganhos de produtividade serem irrelevantes e piora do nível de qualidade de vida da população. A menos do setor agrícola, onde o progresso é de 2,5% ao ano, os setores industrial e de serviços patinam a pelo menos duas décadas, com avanço insignificante de 0,1% ao ano. A tributação elevada, baixo nível educacional, falta de infraestrutura, pequena eficiência dos programas sociais e previdência social altamente deficitária, são problemas que precisam ser efetivamente solucionados pelo próximo governo, antes mesmo do usufruto pela sociedade das novas tecnologias, acordos comerciais, otimização de cadeias produtivas e da energia sustentável. São questões básicas encabeçadas pela reforma tributária, prevista para 2027, passa pelo investimento em edu...

POR QUE ESTOU COM PRESSA VOU DEVAGAR

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Uma das consequências da inflação além da redução do poder de compra, elevação da taxa de juros e queda no volume de exportações é a dificuldade de se planejar a médio e longo prazo, em função dos valores contratados se alterarem continuamente devido a depreciação da moeda. É possível se programar para realizar projetos, comprar ou vender produtos e serviços sem surpresas, somente se os montantes não se modificarem nos períodos seguintes, caso contrário, prevalece a incerteza e o negócio dificilmente de concretiza. O Brasil passou por longo período de sua história convivendo com preços descontrolados, realidade que afetou gerações e consequentemente a capacidade de planificação de seus executivos que infelizmente parece predominar nos tempos atuais. O Plano Real a partir de 1994 devolveu aos setores público e privado a condição de se arquitetar e já se fazem 32 anos, através dos quais pode-se vender, adquirir um bem com prestações fixas ou executar uma obra pública ou privada med...

A DIFÍCIL TAREFA DO BANCO CENTRAL DE REMAR CONTRA A CORRENTEZA

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  (*) Balian O Banco Central – Bacen - não tem tido vida fácil em sua tarefa de trazer a inflação para o centro da meta de 3% determinada pelo Conselho Monetário Nacional CMN. Desde que assumiu, o Presidente Lula deixou em 2º. plano o equilíbrio fiscal, a redução da inflação e da dívida pública em detrimento a um virtuoso crescimento econômico que não ocorreu. Com o fim da obrigatoriedade do Teto de Gastos e a injeção de R$ 240 bilhões de reais na economia ao longo de seus anos de mandato, o resultado tem sido decepcionante, ou seja, (i) crescimento médio anual do PIB de minúsculos 2%, (ii) inflação fora da meta, (iii) taxa de juros real acima de 8% ao ano, (iv) recorde de endividamento e inadimplência de famílias e empresas e (v) dívida pública ultrapassando a 80% do PIB. Do lado positivo a taxa de desemprego tem batido recorde em 5,4% e mesmo assim, o índice de reprovação do governo é de 55%, refletidos na falta da segurança pública e jurídica, alta alavancagem das empres...

GESTÃO DE PROJETOS E CULTURA ORGANIZACIONAL: AMEAÇA OU OPORTUNIDADE?

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  Começar e terminar um projeto não é tarefa fácil para uma organização, pois os problemas são inúmeros, desde falta de pessoal, recursos físicos e tecnológicos, além das questões regulatórias e ambientais.   Uma barreira significativa é a cultura organizacional tanto no âmbito público como privado, pois envolve a capacidade de gestão do (s) executivo (s).   No setor público, os números são assustadores, no final de 2022, tínhamos 8,6 mil obras paralisadas e no ano seguinte no mesmo período 11 mil. Do novo PAC/2023, de 11.656 novas obras, 5.666 (49%) estão em “ação preparatória”, isto é, paradas, sem início. Cerca de 50% de todas as construções financiadas com recursos federais estão travadas. O prejuízo é de R$ 15,9 bilhões de reais investidos em estruturas que não foram concluídas. Falta planejamento, execução e controle. No setor privado, é raro identificar empresas sem projetos interrompidos e que a cultura organizacional não tenha papel relevante nesse p...

CAROS: “POR FRODO”

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  Tem sido frustrante o fato dos principais candidatos à Presidência da República se esquivarem das respostas sobre como atuarão frente as principais questões econômicas caso vençam a eleições de outubro próximo. Inflação fora da meta, taxa de juros estratosférica, tributação elevada e dúvida pública crescente, são pontos quase ignorados numa campanha caracterizada por difamar o adversário ao invés de propor e debater programas que abordem não só esses problemas como também os sociais, políticos e de igualdade e justiça que o Brasil possui atualmente. O avanço de 0,5% do PIB no 2º. trimestre combinado com a taxa de investimento de apenas 16,1% do produto interno bruto, projeta no final do ano, crescimento abaixo de 2%, e reforça que o modelo “gasto é vida” do Partido dos Trabalhadores se esgotou. São 381 empresas grandes pedindo recuperação judicial em 2026, somadas as 9 milhões de médias e pequenas com CNPJs negativados e mais 50% das famílias endividadas e sem condições de ...

CONFLITOS E MAIS INFLAÇÃO PARA 2027

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  (*) Balian As incertezas no rumo dos negócios em função das guerras e tarifas impostas pelo EUA não diminuem, somadas aos desajustes da economia brasileira e a polarização nas eleições para os principais cargos públicos programadas para outubro, tem dificultado o planejamento das organizações relativo ao alinhamento de vendas, produção e compras em todos os ramos de atividade. Se não bastasse essas adversidades, a Reforma Tributária teve sua largada dada em setembro de 2026 com a necessidade de as empresas optantes pelo Regime Tributário Simples definirem se vão migrar ou não para o Sistema Híbrido com pouca divulgação e esclarecimentos das autoridades competentes. A proposta da reforma introduz o Imposto sobre o Valor Agregado (IVA), ou seja, cinco impostos serão substituídos por dois IVAs: três tributos federais (PIS, Cofins e IPI) darão origem à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS), de competência federal e ICMS (estadual) e o ISS (municipal) serão unificados no form...

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE ECONOMIA, INFARTO E NEGÓCIOS

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  (*) Balian Tem sido desalentador acompanhar a condução das políticas públicas a partir janeiro de 2022, quando o Presidente Lula tomou posse. Somado a esse fato, os três poderes, judiciário, legislativo e executivo, nunca estiveram tão desalinhados na condução de seus objetivos de justiça, segurança jurídica e qualidade de vida para os brasileiros, deixando todos perplexos e desapontados. O bom exemplo tem que vir de cima, o que não acontece, pois, toda semana “estouram” verdadeiros escanda-los de ordem econômica, social ou política. O foco aqui é a economia, mas respinga na política, pois a atual gestão faz tudo para se reeleger, sem qualquer preocupação com o bem público e a saúde econômica e financeira do país. Sua performance se caracteriza pelo descontrole fiscal, aumento da dívida pública e por juros elevados, inviabilizando cada vez mais a atividade produtiva, salvo para grupos empresariais muito próximos que estão se aproveitando da atual situação. O capitalis...

PRIORIZE A GESTÃO DE PORTIFÓLIO AO INVÉS DO CUSTO UNITÁRIO DE PRODUTOS E SERVIÇOS

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  (*) Balian Gestores de empresas de diversos setores e portes têm sido incentivados a priorizar o custo unitário de seus produtos e serviços, deixando em segundo plano a gestão do portfólio dessas ofertas. A justificativa está na variação de preços de matérias primas e serviços terceirizados e na cultura contábil voltada ao fisco e não às questões gerenciais de seu negócio. No entanto, o preço dado pelo mercado tem sido determinante, com exceção dos casos imperfeitos do lado dos produtores, como monopólios e oligopólios e dos consumidores, como monopsônios e oligopsônios. Determinar o custo, aplicar uma margem de lucro para se chegar no preço de venda que remunere o capital investido não é a realidade dos negócios há muito tempo. Ainda mais, para o cálculo do custo unitário, é necessário ratear os custos fixos e indiretos através de um critério, que por definição é subjetivo, arbitrário e questionável. Cada um levará a resultados diferentes, seja, por exemplo, hora-homem...

ÁGUAS DE MARÇO FECHANDO O VERÃO...

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  (*) Balian Se não bastasse as consequências do conflito EUA versus Irã com seus efeitos nos preços dos combustíveis, fertilizantes e produtos importados, os reflexos no governo brasileiro são preocupantes, pois ele parece atordoado, sem rumo, fruto da falta de um mínimo Plano de Desenvolvimento. Nesta altura do campeonato não há perspectivas favoráveis, uma vez que as irregularidades são imensas e as políticas públicas ineficazes. A subida dos preços dos transportes e a cópia de medidas para solucioná-la que não deram certo em momentos anteriores, trarão dificuldades ainda maiores para empresas e contribuintes ao longo desse ano. No final da gestão Lula3, a dívida pública deverá chegar a 80% do PIB e os juros anuais pagos superarão R$1trilhão de reais. Reduzir impostos, conceder subsídios ao diesel e tentar segurar os preços nas refinarias não elimina o choque, apenas o transfere dos preços para as contas públicas. No total, o custo deverá superar R$ 30 bilhões, que não...

MUDAR A JORNADA 6 X 1 É UMA QUESTÃO SUPER DELICADA NOS PAÍS EM DESENVOLVIMENTO

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  Alteração na jornada de trabalho deve ter um tratamento cuidadoso, seja num país desenvolvido, onde a população de analfabetos é mínima e possui formação em média dividida entre 45%/55% de cursos técnicos e superiores, ou em outro em desenvolvimento como o Brasil, que conta com 7% de analfabetos mais 22% de analfabetos funcionais. A relação da população qualificada é de 11%/16%, que somados a educação precária, taxas de juros e carga tributária elevadíssimas e reduzido investimento em pesquisa e desenvolvimento, menos de 3%, justificam a produtividade estagnada dos trabalhadores nacionais a décadas, com reflexos no crescimento do PIB e nível de qualidade de vida da população. Os números assustam, pois, um estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) estima que o custo do emprego formal aumentaria 25,1% ou R$ 178,8 bilhões, caso a jornada fosse reduzida para 36 horas semanais, para zerá-lo a produtividade teria que crescer 7,2% do dia para a noite. A medida provocaria redu...

JUROS ALTOS E SEUS EFEITOS NEGATIVOS AO LONGO DO TEMPO

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Na medida em que a inflação demora para convergir ao centro da meta de 3% ao ano, seja pelas condições internas ou externas adversas, seus efeitos ao longo do tempo têm sido devastadores para a economia como um todo, isto é, para o governo, empresas e famílias. Para combatê-la o BACEN subiu a taxa de juros e o pico atingiu 15% ao ano em junho/25 e deverá manter-se nesse patamar até março/26, quando dará início ao processo de redução de forma lenta e gradual. A economia terá que conviver com juros elevados e suas consequências negativas por um longo período ainda, isto é, altíssimas despesas financeiras pagas nas operações de crédito de pessoas físicas e jurídicas e rendimentos dos títulos públicos desembolsados pelo governo. Em 2025, fruto de sua irresponsabilidade fiscal do governo, a dívida pública total chegou a R$ 10,0 trilhões de reais e foram pagos mais e R$ 1,0 trilhão de reais de juros, 7,88% do PIB. Imagine parte significativa desse valor sendo investido na infraestrutur...

UMA SUGESTÃO PARA 2026: O GERENCIAMENTO DO TRIPÉ ENTRE FATURAMENTO, CAPITAL DE GIRO E PRODUTIVIDADE

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Diz-se, que a administração de empresas é a ciência do óbvio, fato que corroboro totalmente, no entanto, a dificuldade está em superar as resistências internas e tomar as decisões mais assertivas nas organizações. O ano de 2026 será atípico, com juros reais de 10%, eleições, copa do mundo e muitos feriados caindo em dias letivos espalhados ao longo do ano. A vida das organizações não será fácil e propomos para minimizar as adversidades um tripé de fundamentos que facilite a gestão baseado no equilíbrio entre a evolução do (i) faturamento , concomitante com nível de (ii) capital de giro e ganhos de (iii) produtividade fabril . O objetivo principal de todo executivo é maximizar a riqueza dos acionistas e a boa gestão desse tripé poderá contribuir de maneira efetiva para esse fim. Com relação ao (i) faturamento, nem sempre seu avanço vem acompanhado de rentabilidade adicional dos produtos e serviços. A empresa sabe vender? Isto é, possui processo detalhado desde a captação dos c...

A GESTÃO DA POLÍTICA FISCAL PRECISA SER LEVADA MAIS A SÉRIO PELO GOVERNO FEDERAL

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(*) Balian É sabido de todos que quanto mais se adia a solução de um problema, sua solução fica mais difícil, demorada e cara para o responsável. Os três poderes constituintes da república, executivo, legislativo e judiciário, sob a liderança do executivo, têm sido negligentes com a política fiscal, na medida em que ora excluem, ora validam despesas do cálculo do arcabouço e consequentemente aumentam o valor da dívida pública sem o menor constrangimento social. O mercado está inseguro, pois em outubro, a dívida chegou a R$ 9,9 trilhões de reais, 78,6% do PIB, cresceu 11 pontos porcentuais no governo Lula 3 e os agentes econômicos naturalmente para compra de papéis postulam juros mais elevados e prazos menores. A remuneração média gira em torno de 19% ao ano e o prazo médio de vencimento é de 4,14 anos. Só de juros acumulados até outubro foram gastos R$ 987,2 bilhões de reais, 9,88% do PIB. É bom lembrar que cerca de 25% da dívida vence em 2026, ano de eleições, copa do mundo e inúme...

ATÉ QUANDO VAMOS EMPURRAR OS PROBLEMAS COM A BARRIGA (II)?

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  (*) Balian No artigo (I), foi abordada a 1ª. questão relacionada a perda de tempo e a forma com os gestores públicos brasileiros preferem postergar e tomar medidas paliativas na resolução de problemas ao invés de solucioná-los de forma definitiva, relativa à Armadilha de Crescimento Baixo que o Brasil enfrenta a mais de duas décadas. Nesse artigo, será abordada uma 2ª. questão, o enorme DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL sem perspectiva de solução. Atualmente, temos cerca de 103 milhões de pessoas trabalhando, um recorde, no entanto, somente 45% com carteira assinada, 15% sem carteira assinada e 40% na informalidade. Do lado positivo, são 40 milhões de trabalhadores registrados, a massa salarial é cerca de R$ 355 bilhões de reais com rendimento médio de R$ 3.502. O desemprego está em 5,6%, correspondente a 6,1 milhões de pessoas, marcas históricas mínimas. Do lado negativo, 55% de quem trabalha contribui pouco ou quase nada para a previdência social. Para piorar a situação,...