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Mostrando postagens com o rótulo Brasil

ALGUMAS REFLEXÕES SOBRE ECONOMIA, INFARTO E NEGÓCIOS

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  (*) Balian Tem sido desalentador acompanhar a condução das políticas públicas a partir janeiro de 2022, quando o Presidente Lula tomou posse. Somado a esse fato, os três poderes, judiciário, legislativo e executivo, nunca estiveram tão desalinhados na condução de seus objetivos de justiça, segurança jurídica e qualidade de vida para os brasileiros, deixando todos perplexos e desapontados. O bom exemplo tem que vir de cima, o que não acontece, pois, toda semana “estouram” verdadeiros escanda-los de ordem econômica, social ou política. O foco aqui é a economia, mas respinga na política, pois a atual gestão faz tudo para se reeleger, sem qualquer preocupação com o bem público e a saúde econômica e financeira do país. Sua performance se caracteriza pelo descontrole fiscal, aumento da dívida pública e por juros elevados, inviabilizando cada vez mais a atividade produtiva, salvo para grupos empresariais muito próximos que estão se aproveitando da atual situação. O capitalis...

PRIORIZE A GESTÃO DE PORTIFÓLIO AO INVÉS DO CUSTO UNITÁRIO DE PRODUTOS E SERVIÇOS

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  (*) Balian Gestores de empresas de diversos setores e portes têm sido incentivados a priorizar o custo unitário de seus produtos e serviços, deixando em segundo plano a gestão do portfólio dessas ofertas. A justificativa está na variação de preços de matérias primas e serviços terceirizados e na cultura contábil voltada ao fisco e não às questões gerenciais de seu negócio. No entanto, o preço dado pelo mercado tem sido determinante, com exceção dos casos imperfeitos do lado dos produtores, como monopólios e oligopólios e dos consumidores, como monopsônios e oligopsônios. Determinar o custo, aplicar uma margem de lucro para se chegar no preço de venda que remunere o capital investido não é a realidade dos negócios há muito tempo. Ainda mais, para o cálculo do custo unitário, é necessário ratear os custos fixos e indiretos através de um critério, que por definição é subjetivo, arbitrário e questionável. Cada um levará a resultados diferentes, seja, por exemplo, hora-homem...

ÁGUAS DE MARÇO FECHANDO O VERÃO...

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  (*) Balian Se não bastasse as consequências do conflito EUA versus Irã com seus efeitos nos preços dos combustíveis, fertilizantes e produtos importados, os reflexos no governo brasileiro são preocupantes, pois ele parece atordoado, sem rumo, fruto da falta de um mínimo Plano de Desenvolvimento. Nesta altura do campeonato não há perspectivas favoráveis, uma vez que as irregularidades são imensas e as políticas públicas ineficazes. A subida dos preços dos transportes e a cópia de medidas para solucioná-la que não deram certo em momentos anteriores, trarão dificuldades ainda maiores para empresas e contribuintes ao longo desse ano. No final da gestão Lula3, a dívida pública deverá chegar a 80% do PIB e os juros anuais pagos superarão R$1trilhão de reais. Reduzir impostos, conceder subsídios ao diesel e tentar segurar os preços nas refinarias não elimina o choque, apenas o transfere dos preços para as contas públicas. No total, o custo deverá superar R$ 30 bilhões, que não...

MUDAR A JORNADA 6 X 1 É UMA QUESTÃO SUPER DELICADA NOS PAÍS EM DESENVOLVIMENTO

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  Alteração na jornada de trabalho deve ter um tratamento cuidadoso, seja num país desenvolvido, onde a população de analfabetos é mínima e possui formação em média dividida entre 45%/55% de cursos técnicos e superiores, ou em outro em desenvolvimento como o Brasil, que conta com 7% de analfabetos mais 22% de analfabetos funcionais. A relação da população qualificada é de 11%/16%, que somados a educação precária, taxas de juros e carga tributária elevadíssimas e reduzido investimento em pesquisa e desenvolvimento, menos de 3%, justificam a produtividade estagnada dos trabalhadores nacionais a décadas, com reflexos no crescimento do PIB e nível de qualidade de vida da população. Os números assustam, pois, um estudo da Confederação Nacional das Indústrias (CNI) estima que o custo do emprego formal aumentaria 25,1% ou R$ 178,8 bilhões, caso a jornada fosse reduzida para 36 horas semanais, para zerá-lo a produtividade teria que crescer 7,2% do dia para a noite. A medida provocaria redu...

JUROS ALTOS E SEUS EFEITOS NEGATIVOS AO LONGO DO TEMPO

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Na medida em que a inflação demora para convergir ao centro da meta de 3% ao ano, seja pelas condições internas ou externas adversas, seus efeitos ao longo do tempo têm sido devastadores para a economia como um todo, isto é, para o governo, empresas e famílias. Para combatê-la o BACEN subiu a taxa de juros e o pico atingiu 15% ao ano em junho/25 e deverá manter-se nesse patamar até março/26, quando dará início ao processo de redução de forma lenta e gradual. A economia terá que conviver com juros elevados e suas consequências negativas por um longo período ainda, isto é, altíssimas despesas financeiras pagas nas operações de crédito de pessoas físicas e jurídicas e rendimentos dos títulos públicos desembolsados pelo governo. Em 2025, fruto de sua irresponsabilidade fiscal do governo, a dívida pública total chegou a R$ 10,0 trilhões de reais e foram pagos mais e R$ 1,0 trilhão de reais de juros, 7,88% do PIB. Imagine parte significativa desse valor sendo investido na infraestrutur...

UMA SUGESTÃO PARA 2026: O GERENCIAMENTO DO TRIPÉ ENTRE FATURAMENTO, CAPITAL DE GIRO E PRODUTIVIDADE

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Diz-se, que a administração de empresas é a ciência do óbvio, fato que corroboro totalmente, no entanto, a dificuldade está em superar as resistências internas e tomar as decisões mais assertivas nas organizações. O ano de 2026 será atípico, com juros reais de 10%, eleições, copa do mundo e muitos feriados caindo em dias letivos espalhados ao longo do ano. A vida das organizações não será fácil e propomos para minimizar as adversidades um tripé de fundamentos que facilite a gestão baseado no equilíbrio entre a evolução do (i) faturamento , concomitante com nível de (ii) capital de giro e ganhos de (iii) produtividade fabril . O objetivo principal de todo executivo é maximizar a riqueza dos acionistas e a boa gestão desse tripé poderá contribuir de maneira efetiva para esse fim. Com relação ao (i) faturamento, nem sempre seu avanço vem acompanhado de rentabilidade adicional dos produtos e serviços. A empresa sabe vender? Isto é, possui processo detalhado desde a captação dos c...

A GESTÃO DA POLÍTICA FISCAL PRECISA SER LEVADA MAIS A SÉRIO PELO GOVERNO FEDERAL

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(*) Balian É sabido de todos que quanto mais se adia a solução de um problema, sua solução fica mais difícil, demorada e cara para o responsável. Os três poderes constituintes da república, executivo, legislativo e judiciário, sob a liderança do executivo, têm sido negligentes com a política fiscal, na medida em que ora excluem, ora validam despesas do cálculo do arcabouço e consequentemente aumentam o valor da dívida pública sem o menor constrangimento social. O mercado está inseguro, pois em outubro, a dívida chegou a R$ 9,9 trilhões de reais, 78,6% do PIB, cresceu 11 pontos porcentuais no governo Lula 3 e os agentes econômicos naturalmente para compra de papéis postulam juros mais elevados e prazos menores. A remuneração média gira em torno de 19% ao ano e o prazo médio de vencimento é de 4,14 anos. Só de juros acumulados até outubro foram gastos R$ 987,2 bilhões de reais, 9,88% do PIB. É bom lembrar que cerca de 25% da dívida vence em 2026, ano de eleições, copa do mundo e inúme...

ATÉ QUANDO VAMOS EMPURRAR OS PROBLEMAS COM A BARRIGA (II)?

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  (*) Balian No artigo (I), foi abordada a 1ª. questão relacionada a perda de tempo e a forma com os gestores públicos brasileiros preferem postergar e tomar medidas paliativas na resolução de problemas ao invés de solucioná-los de forma definitiva, relativa à Armadilha de Crescimento Baixo que o Brasil enfrenta a mais de duas décadas. Nesse artigo, será abordada uma 2ª. questão, o enorme DÉFICIT DA PREVIDÊNCIA SOCIAL sem perspectiva de solução. Atualmente, temos cerca de 103 milhões de pessoas trabalhando, um recorde, no entanto, somente 45% com carteira assinada, 15% sem carteira assinada e 40% na informalidade. Do lado positivo, são 40 milhões de trabalhadores registrados, a massa salarial é cerca de R$ 355 bilhões de reais com rendimento médio de R$ 3.502. O desemprego está em 5,6%, correspondente a 6,1 milhões de pessoas, marcas históricas mínimas. Do lado negativo, 55% de quem trabalha contribui pouco ou quase nada para a previdência social. Para piorar a situação,...

ATÉ QUANDO VAMOS EMPURRAR OS PROBLEMAS COM A BARRIGA (I)?

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  (*) Balian Como dizem os filósofos, um item precioso que não conseguimos recuperar é o tempo, fator incontestável da realidade brasileira. Entra governo, sai governo, seja municipal, estadual ou federal, tem sido mais fácil postergar, tomar decisões paliativas, do que resolver as mazelas do subdesenvolvimento nacional a décadas. Admiro a França, um país que em pouco mais de um ano trocou seis 1º. Ministros, fundamentalmente, devido a divergências quanto ao Orçamento e Previdência Social. Algo inimaginável no Brasil, onde “tudo acaba em pizza”, vide última CPI, a do INSS. Destaco duas questões, nos artigos do Blog: A 1ª. primeira - ARMADILHA DE CRESCIMENTO BAIXO - Na reunião de novembro/25, o COPOM manteve corretamente a taxa de Selic em 15% ao ano, e deu a entender que por um “período prolongado”, com tudo mais ou menos constante, não mudará seu valor, que perfaz taxa de juros real de mais de 10% ao ano. Um mal terrível para a economia, pois projeta crescimento pífio do P...

VOCÊ TOMA DECISÕES BASEADA NUM CONJUNTO DE INDICADORES OU SOMENTE PELO FLUXO DE CAIXA?

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  Gerenciar um negócio na economia brasileira nunca foi tarefa fácil e cada vez mais são necessários dados e informação para se tomar decisões assertivas. Você concorda com essa ideia? Pois bem, não é uma unanimidade, muitos gestores baseiam-se exclusivamente no fluxo de caixa, que não deixa de ser um indicador, mas acreditamos que seja insuficiente frente as necessidades atuais de mercados interno e externo cada vez mais voláteis. Um indicador mostra a relação entre duas variáveis interrelacionadas, sua finalidade é a de permitir extrair tendências, compará-las entre si ao longo do tempo, com o que foi projetado e com a média do setor. Os mais adequados são aqueles através do quais, pode-se atuar sobre os resultados. Existem indicadores estáticos que refletem somente a situação passada da empresa. Os dinâmicos são mais oportunos, pois, permitem a operação sobre dados no presente, de modo a fixar metas, de curto, médio e longo prazo e estabelecer controles gerenciais. Ro...

SINUCA DE BICO: DESARANJO FISCAL, INFLAÇÃO, JUROS ALTOS E CRESCIMENTO BAIXO

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  Desde o início da gestão do Presidente Lula (3), o país está mergulhado num círculo vicioso que começa pela (i) desordem fiscal , na medida em que R$ 390 bilhões de reais foram excluídos do cálculo do arcabouço, passa pela (ii) inflação de 5,13% ao ano, desancorada e fora da meta de 3%, aumento da (iii) dívida pública para R$ 9,6 trilhões, 77,6% do PIB e impacto no (iv) crescimento do PIB de 2,16% para 2025, pífio e insuficiente frente as nossas necessidades. A prioridade do planalto não é o desenvolvimento e sim a reeleição de um presidente sem plano, foco e perspectiva. A taxa de juros real de 10% ao ano pode ser comparada aos efeitos negativos do cigarro ao corpo humano, pois o cigarro provoca lentamente nas pessoas problemas pulmonares e câncer e os juros altos nas empresas, processos de recuperação judicial, fechamentos e desinvestimento. É um ciclo inevitável. Os meses e anos passam e a sociedade não reage, estudantes, empresários, advogados, intelectuais estão inert...

VOCÊ ESTÁ ACOMPANHANDO O IMPACTO DA VARIAÇÃO DO ESTOQUE NO SEU CAIXA?

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  (*) Balian Uma das inúmeras dificuldades do dia a dia do departamento financeiro das organizações é explicar as variações da NCG - Necessidade de Capital de Giro num período curto, por exemplo, de um mês para outro. Quando fatores como grandes oscilações nos prazos médios de vendas e recebimento dos clientes não acontecem, os executivos têm problemas para encontrar uma explicação plausível e são questionados se a estratégia atual na condução de seus negócios é a mais eficiente. No sentido de contribuir com essa questão propomos o cálculo de um indicador que sinalize o impacto no caixa de mudanças da NCG, antes que ela aconteça. GOC2 = LUCRO OPERACIONAL2 – (ESTOQUE2 – ESTOQUE1) A Geração Operacional de Caixa - (GOC) é igual ao Lucro Operacional do mês deduzido da variação de estoque em relação ao mês anterior. Desta forma, é possível visualizar com antecedência a movimentação futura no caixa. A principal finalidade é a de permitir que o administrador se antecipe à sobra ou...

SONHO E REALIDADE

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  Com a manutenção da Selic em 15%, somados aos efeitos negativos da política comercial norte americana e a leve alta na aprovação do governo, o Presidente Lula poderia aproveitar o momento e adotar o PEF - Programa Estratégico Fiscal 2030. O ajuste estrutural seria da ordem de 3% do PIB, cerca de R$ 380 bilhões a preços atuais, a partir do déficit primário esperado para 2025 de 0,6% do PIB. Desta forma, seria possível estabilizar a DBGG - Dívida Bruta do Governo Geral em 80% do PIB, com geração de superávit primário de 2,4%, redução da taxa real de juros dos atuais 9% para 5% ao ano para seu financiamento e propiciar um crescimento sustentável do PIB de 2% ao ano com inflação dentro da meta. O Programa e sua implementação efetiva, recuperariam a credibilidade do governo perante o mercado financeiro e toda sociedade criando os alicerces para a derrubada da inflação e sua tão sonhada reeleição. Os números impressionam, exigiriam um plano de governo, com fixação de metas, prioridade...

ERRAR É HUMANO, MAS PERSISTIR NO ERRO É DESUMANO

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  O combate à inflação em países emergentes não tem sido tarefa fácil, ora por falta de conhecimento das medidas para conter o aumento de preços, ora por falta de vontade política em adotá-las. No caso brasileiro, possuímos um presidente populista, politicamente debilitado, sem foco e plano de desenvolvimento para o país. Sua preocupação principal está em se reeleger, o que dificulta ainda mais a solução do problema e suas consequências. Os interesses do Brasil parecem que estão em segundo plano, frente ao ego pessoal de alguém que já de u importante contribuição para o país e que hoje está sem rumo e deveria dar lugar a outro. A falta de conhecimento não é a justificativa apesar da formação em direito do Ministro Fernando Haddad da Fazenda, uma vez que o segundo escalão dos Ministérios da Fazenda e Planejamento é composto por diretores e técnicos com formação e competências comprovadas, e que podem e devem auxiliá-lo. As contribuições do Banco Central também não podem ser ignora...

GESTÃO DE PORTIFÓLIO: ESTRATÉGIAS PARA RESULTADOS DE ALTA PERFORMANCE

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Carga tributária e taxas de juros nas alturas, governo sem projeto de desenvolvimento para o país e turbulências externas são alguns dos fatores que tem contribuído para dificultar a gestão das organizações brasileiras sejam elas industriais, comerciais ou prestadoras de serviços. No contexto turbulento dos dias atuais, a gestão de portifólio de produtos assume papel relevante no dia a dia dos executivos pressionados cada vez mais por rentabilidade e participação de mercado crescentes. Destacamos aqui, três pontos que se bem trabalhados fornecem dados para que os gestores possam tomar decisões mais assertivas envolvendo as áreas comercial e financeira. São eles:       1º. Otimização de Mix de Produtos. As práticas modernas de gestão propõem que não se rateie os custos indiretos aos produtos e apenas se apure sua margem sobre os custos diretos. Essa é a Margem de Contribuição , de modo que todos os produtos que obtém resultado positivo ajudem para pagar os cust...

TAXA DE JUROS, CREDIBILIDADE E POLÍTICAS ECONÔMICAS EM CHEQUE

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(*) Prof. Balian A manutenção da taxa de juros em patamar elevado por longo período, aliada a pesada carga tributária tem sufocado não só a rentabilidade como o caixa das empresas brasileiras, hoje, mais de 25% das grandes têm dificuldade em manter seus compromissos em dia, sem falar nas médias e pequenas. No primeiro trimestre de 2025, o número de pedidos de recuperação judicial (2.200) foi superior ao total do ano passado (1.800) e não para de crescer. A expectativa do “mercado” é a de que a taxa Selic suba para 15% na reunião do COPOM – Comitê de Política Econômica - de maio, em função da conjuntura externa, fragilidade da situação fiscal brasileira, perspectivas inflacionárias fora da meta e descrença na gestão como um todo da equipe atual de governo. O cenário externo com a política comercial do Presidente Trump levará a economia americana e a do resto do mundo à recessão rapidamente, uma vez que o principal “cliente” que representa um quarto do comercio mundial está em fr...